Por baixo do carvalho velho, cujo tronco é talvez da largura das mãos dadas dos Homens à volta do Mundo, revejo a Vida.
Assim como os raios do pequeno Sol que nos ilumina nos penetram com raiva e pormenor, os meus olhos invejam os teus.

Não por seres mais, não por seres melhor, mas sim por seres tão bonito, em toda a tua pessoa. 
Por baixo do dito carvalho, mantêm-se as mentes impiedosas,  sem medo do que virá.

És mais do que um pedaço de carne, és vida e alma, não em mim mas em alguém. 

Não te permitirei, não diante de mim, que de novo voltes a espalhar ao Mundo que és nada.

Cala-te boca, pára de encher o Mundo com calúnias.
Se não o sabes, sei-o eu.

E, sem saberes, amo-te sem fim. E, não por meu amor mas sim por ti, não voltes a mentir. 

publicado por Rita às 19:58 | link do post | comentar