o vento não sopra aqui.

Via-te correr e ouvia o meu nome a ser pronunciado bem alto pela tua voz. Aqui, dentro destas paredes que nos separavam não te conseguia ouvir e o meu coração estava bem longe do teu. Enchias o peito e voltavas a chamar por mim mas eu continuava sem te ouvir, ao que parece.

Passaram-se os anos, passaram-se os tempos. Fizeram-se feridas nos corações perdidos e novas esperanças como que remédio. Alma, estiveste perdida desde sempre.

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