Ama-me.

Não é um pedido, nem tão pouco uma ordem. É o desejo expresso em ti, no teu corpo e na coisa a que chamas alma. 
Prometo-te, carne divinal, não te abandonar de maneira reles e cruel que é típica de mim. Vives em mim, para me conseguires deixar em paz. 
Deixaste de ser tu no momento em que os corpos se uniram e se cantou uma canção a dois, a mais bela das canções.

O amor é só nosso e desta vez não pertence ao Mundo. Pertence a nós, ao desejo, aos dias e às chávenas de café que partilharemos. 

És muito mais do que matéria e eu muito mais do que tua.  

publicado por Rita às 21:42 | link do post | comentar